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Conheça as tecnologias de segurança das novas cédulas do Real








O Real vai ganhar uma cara totalmente nova. Até 2012, todas as notas em circulação no país vão sofrer modificações importantes tanto em seu visual e tamanho, quanto nas tecnologias de segurança presentes. Tudo isso para garantir ainda mais segurança ao Brasil e evitar a ação de falsários que tentam enganar o sistema financeiro.

Apesar de não ter havido nenhum incidente grave em questões de segurança durante a história do Real, o Banco Central decidiu agir de maneira preventiva. Já em 2010, começam a circular as novas notas de 50 e 100 reais, ambas com um design renovado, tamanho variável e a última palavra em tecnologia para prevenir falsificações.

Neste artigo apresentamos as principais novidades das cédulas e respondemos algumas das dúvidas mais frequentes que surgiram após o anúncio do Banco Central.

Por que mudar?
Todos sabem que o dinheiro é um dos elementos mais tentadores de se falsificar. Quando uma moeda como o Real atinge quase 20 anos de vida, é preciso investir em novos métodos para evitar tentativas de fraude, protegendo assim o mercado financeiro e a população como um todo.

Além disso, o visual renovado garante mais conforto para deficientes visuais, ao incluir elementos em alto relevo que facilitam a distinção entre as notas.

Além disso, cada uma tem um tamanho diferenciado, que não só dificulta falsificações como garante maior organização e facilita o processo de armazenamento.

O processo de substituição das cédulas vem sendo pensado há anos, mas somente agora a Casa da Moeda do Brasil terminou de instalar e testar os novos equipamentos de impressão. Os anteriores datavam de mais de 30 anos atrás, e não possuíam recursos suficientes para introduzir as medidas de segurança necessárias para proteger a moeda de forma totalmente eficaz.

Novas tecnologias
A maior novidade das novas cédulas fica por conta da inclusão de uma faixa holográfica, composta por desenhos descontínuos que alteram suas formas e cores ao serem movimentados. Além disso, outros elementos facilmente verificáveis são a marca d¿água, que apresenta o valor da nota, a imagem do animal correspondente e o número escondido que surge conforme o ângulo de visualização.

Outra novidade fica pela inclusão de elementos em alto relevo, que dificultam a falsificação e favorecem o reconhecimento por parte de deficientes visuais. A inclusão de microimpressões que reproduzem o número 100 repetidas vezes em áreas variadas da nota e elementos que só aparecem sob luz ultravioleta são outros recursos utilizados para trazer ainda mais segurança às notas.

Quando chegam as cédulas novas?
As primeiras notas que vão passar pela renovação são as de 50 e 100 reais, por serem as de maior valor, o que faz com que precisem de mais proteção contra falsificações. Ainda em 2010 já deve ser possível encontrá-las, em quantidade crescente conforme a passagem do tempo.

Em 2011 é a vez das notas de 10 e 20 ganharem visual renovado, enquanto 2012 deve completar a transição com as notas de 2 e 5 fechando a Segunda Família do Real. Quem esperava a volta das notas de 1 Real vai ficar decepcionado, já que o valor continua restrito às moedas.

E as antigas, como ficam?
Embora o objetivo seja tirar de circulação as notas atuais, não há um prazo estipulado para que isso ocorra. Conforme elas sofrerem desgaste natural, serão substituídas pelas novas notas, que terão exatamente o mesmo valor. Não há uma previsão do tempo que isso vai levar, mas tudo indica que as notas atuais terão sobrevida de alguns anos. Fonte da imagem: Banco Central do Brasil Ou seja, não é preciso se alarmar e sair correndo para trocar todo seu dinheiro por notas novas na rede bancária. O processo de transição ocorrerá através de bancos comerciais, comércio e caixas automáticos, portanto, mais cedo ou mais tarde, todos terão acesso à novidade.


Curiosidades sobre UFC







Conheça um pouco mais sobre o UFC

Qual é a entidade que possui o UFC [CAMPEONATO Ultimate Fighting ®] MARCA de Mixed Martial Arts (MMA)?

A entidade que controla o UFC [Ultimate Fighting Championship ®] é a marca líder mundial de artes marciais misturadas associação desportiva, formada em janeiro de 2001 pela Zuffa, LLC. O UFC produções de eventos ® possuem uma forte participação e uma profundidade de experiência em gerenciamento através de um espectro de eventos esportivos ao vivo, produção para televisão e desenvolvimento de negócios complementares. A Brand New UFC está bem posicionada para o futuro, o porta-estandarte para o esporte evoluir e emocionante de artes marciais mistas.

O que é Mixed Martial Arts?

As artes marciais misturadas (MMA) é um esporte de combate intenso e em constante evolução em que os concorrentes utilizam formas interdisciplinares de combate que incluem o jiu-jitsu, judô, karatê, boxe, kickboxing, wrestling e outro a sua vantagem estratégica e tática em um jogo controlado. A pontuação para eventos de MMA em Nevada, Nova Jersey, Massachusetts e Florida é baseado em comissões atléticas definições e regras aprovadas para golpear (golpes com as mãos, pés, joelhos ou cotovelos) e braços (submissão, estrangulamentos, lança ou desmontes). Não existe um único reina a disciplina.

O que caracteriza o Ultimate Fighting Eventos MMA?

Ultimate Fighting é uma marca registada de proprietários, prazo e marca de serviço da Zuffa, LLC, associado exclusivamente com a marca UFC de eventos de MMA. Eventos Ultimate Fighting apresentam o mais alto calibre competições de MMA do mundo entre os lutadores de alto nível profissional que utilizam as disciplinas de jiu-jitsu, karate, boxe, kickboxing, luta livre, e outras formas de eventos do UFC ao vivo. UFC concorrentes, muitos dos quais ganharam seu caminho para os eventos do UFC pelos participantes estar em "The Ultimate Fighter " série de televisão baseada na realidade estão entre os atletas mais bem treinados e condicionados no mundo. Enquanto este é um esporte altamente intenso, a segurança do lutador é uma preocupação primordial para o UFC propriedade e gestão: é notável que nenhum concorrente já foi seriamente ferido em um evento do UFC.

O que é o Campeonato do Ultimate Fighting Produção?

O Ultimate Fighting Championship nova produção é uma série de competitividade internacional eventos de MMA na televisão ao longo de cada ano e está disponível ao vivo ou fita retardada em pay-per-view e outros formatos, visto nacional e internacionalmente. O New Ultimate Fighting Championship produtores estão empenhados em fornecer o evento da mais alta qualidade ao vivo e produção de televisão disponível para divertir e entreter os telespectadores em um esporte fascinante. O New Ultimate Fighting Championship ® marca de evento de MMA distingue-se do espetáculo polêmico da última década: O primeiro evento produzido sob nova direção e gestão foi a 23 de fevereiro de 2001.

O Ultimate Fighting Championship eventos são produzidos exclusivamente em cooperação com e sob a titularidade exclusiva da Zuffa, LLC.

O que distingue os eventos do UFC da dos seus concorrentes?

O nível da elite do concorrente também conhecido como "The Ultimate Fighter atletas."

Os eventos do UFC reunir os mais talentosos especialistas em artes marciais no mundo. Lutadores do UFC vêm os EUA, Canadá, Brasil, Japão, Rússia, Holanda, Inglaterra, etc. Todos os combatentes têm experiência anterior de combate esportes e muitos são campeões mundiais ou olímpicos. UFC aletas treinam até seis horas por dia ou mais, em preparação para um evento. Quase todos têm estudado as artes marciais como uma vocação ao longo da vida e muitos são formação superior. Além de sua carreira no UFC, muitos destes homens são proprietários de empresas. Eles também são estudantes, profissionais ou gerentes de trabalho para diversos tipos de empresas. Mas é o sucesso, disciplina e foco do The Ultimate Fighter estrelas que faz cada um deles diferente de quase qualquer outro concorrente dentro ou fora das artes marciais mistas.

Absoluta coerência das regras: a presença dos funcionários, juízes, as divisões de peso, rodadas, os limites de tempo.
Liderança na obtenção da aprovação da Comissão de um novo esporte.

Equipamentos obrigatórios:


Os competidores poderão usar apenas Zuffa e comissão aprovou luvas 06/04 onças, concebido para proteger a mão, mas não grande o suficiente para melhorar a superfície de ataque ou o peso do soco.

Comissão aprovou shorts MMA e troncos de kickboxing são os uniformes só é permitido. Camisetas, kimonos e sapatos, e os problemas que eles apresentam para agarrar não são permitidos.


O tapete da concorrência octogonal e design da gaiola são marcas registradas e / ou marcas comerciais da Zuffa, LLC e são símbolos da mais alta qualidade eventos de MMA trouxe para você de acordo com o Ultimate Fighting Championship. Em 1993, os eventos do UFC foram os primeiros a apresentar uma configuração de competição com oito lados, que se tornou conhecido mundialmente como o octógono do UFC.

Absoluta aderência à comissão mandatada regras de MMA:

Comissão aprovou luvas
Classes de peso
Prazos e rodadas
Os testes obrigatórios de drogas
Não cabeçadas ou chutes ao oponente tragado
Não joelhos para a cabeça de um adversário abatido
Nenhum ponto baixo do cotovelo greves
Não atinge a coluna vertebral ou na parte traseira da cabeça
Não virilha ou greves na garganta
Aprovação da Comissão Atlética do Estado em estados importantes como Nova Jersey, Nevada, Flórida e Louisiana

Justin Bieber

Posted by Abib On 10:02 0 comentários

Biografia revela curiosidades sobre justin Bieber, um skatista desencanado
Conheça suas preferências, manias e medos e sinta-se mais perto do ídolo teen do momento








Sabia que Justin Bieber é canhoto? Que sua cor favorita é o roxo? Que ele tem os olhos e o nariz do pai, e os lábios da mãe? Essas e outras curiosidades sobre o astro teen estão na biografia "Justin Bieber", que Tori kosara, que acaba de chegar às livrarias brasileiras (editora Prumo). Confira abaixo uma llista com mais informações sobre Bieber retiradas do livro e sinta-se ainda mais perto do ídolo.



Nome completo: Justin Drew Bieber
Data de nascimento: 1 de março de 1994
Cor favorita: roxo
Nacionalidade: Canadense de Stratford, em Ontário
Cidade onde mora: Atlanta, na Geórgia, nos Estados Unidos
Irmãos: uma meia-irmã mais nova chamada Jazmyn e um meio-irmão mais novo, Jaxon
Animal de estimação: um cachorro da raça spaniel anão continental chamado Sammy
Instrumentos que toca: trompete, violão, piano e bateria
Estilo: skatista desencanado
Influências musicais: Usher, Michael Jackson, Stevie Wonder, Boyz II Men
Hobbies: praticar esportes, andar de skate e dançar break
Línguas que fala: inglês e francês
Comidas preferidas: espaguete à bolonhesa, cheescake e balas de goma da marca americana Sour Patch Kids
Tem medo de: espaços restritos e multidão
Adora: ir ao cinema com os amigos, e jogar Nintendo
Odeia: meninas que usam botas Ugg
Filme preferido: "Rocky IV"
Série preferida: "Smallville"
Ambições: cantar com Beyoncé, fazer faculdade e atuar
Super-herói preferido: Super-Homem





A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.
É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:



A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Aí estão as datas da Páscoa até o ano de 2010:

2000 - 23 de abril
2001 - 15 de abril
2002 - 31 de março
2003 - 20 de abril
2004 - 11 de abril
2005 - 27 de março
2006 - 16 de abril
2007 - 08 de abril
2008 - 23 de março
2009 - 12 de abril
2010 - 04 de abril






Os símbolos da Páscoa

As luzes, velas e fogueiras são uma marca das celebrações pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão.

Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então acendem suas próprias velas no grande círio pascal e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais. O círio é a grande vela acesa na Aleluia, simbolizando a luz dos povos, em Cristo.

Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer:

"Deus é o princípio e o fim de tudo"

Em muitas partes da Europa Central e Setentrional, é costume acender-se fogueiras no cume dos montes. As pessoas reúnem-se em torno delas e cantam hinos pascais.

Ainda temos como símbolos:

PEIXE

Peixe é um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos, ao se referirem a Jesus Ressuscitado. Na época das primeiras perseguições, a palavra peixe, escrita em grego, passou a ser lida como: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador: ICTYS: Jesus Christus Teós Yiós Soter. Assim, nas casas, nas roupas, nas conversas e nos túmulos, a figura e a palavra peixe passaram a ocupar um lugar de destaque. Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus se torna presente (Mt 14,17).
A relação com a Páscoa se acha no fato de as aparições de Jesus, após a Ressurreição, estarem sempre ligadas à presença do peixe (Jo 21,9) e (Lc 24,42-43).

SINOS, VESTES BRANCAS E O ALELUIA

Os sinos festivos, que repicam na noite da Ressurreição, recordam o momento da subida de Jesus Cristo aos Céus.
Nas cidades pequenas, todos os sinos da Igreja repicam de maneira solene e alegre no canto do Aleluia. Soltam-se rojões e o ar se enche de festa e alegria.
As vestes brancas e paramentos, que se usam na noite ga vigília Pascal, recordam a alegria dos primeiros batizados, que se revestiam de vestes brancas, simbolizando a vitória sobre a morte.
As Igrejas se adornam com toalhas de linho e flores brancas. Essa cor foi adotada pelos primeiros cristãos como símbolo da alegria, da vitória e da pureza de Deus (Mt 17,2) e (Mc 16,5).
Cântico do Aleluia é um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: HALLELUI-YAH que significa: Louvai o Senhor (Ap 19,1).

GIRASSOL

Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É porém muito rico em conteúdo.
Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo. Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.


OS RAMOS

Podemos dizer que a semana da Páscoa começa com o Domingo de Ramos.
A festa dos ramos relembra o dia em que Jesus entrou festivamente em Jerusalém, pouco antes de sua morte.
Jesus nascera em Belém, na Judéia, mas passara a maior parte de sua vida na Galiléia, em Nazaré, Cafarnaum e outras cidades, fazendo sua pregação sobre o Reino de Deus e divulgando sua doutrina de amor. Poucos dias antes de ser preso, julgado e condenado à morte, Jesus dirigiu-se a Jerusalém com seus discípulos, justamente para comemorar a Páscoa ( a Páscoa judaica ). Pois foi nesse dia que o povo o aclamou nas ruas, agitando no ar ramos de palmeira e oliveira, e gritando "Hosana ( que quer dizer " Salve!") ao Filho de Davi".
Chamamos de entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para cumprir seu mistério pascal, a realidade era de maioria camponês, eis a razão dos ramos. Levantar os ramos e aclamar com alegria é a maneira do povo expressar o reconhecimento régio e messiânico de Jesus.

LAVA-PÉS

Durante a Semana Santa, a Quinta-feira é um dia muito importante, no qual se realiza uma celebração bastante significativa. Nesse dia, relembra-se a última ceia de Cristo com seus discípulos, ocasião em que Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar seu corpo e seu sangue.
Mas foi também durante a última ceia que Cristo lavou os pés de seus discípulos. Pondo uma toalha na cintura, Jesus despejou água numa bacia, começou a lavar os pés de cada um dos apóstolos e enxugou-os com a toalha.
Jesus fez isso para dar uma lição de humildade, simplicidade, igualdade, solidariedade, amor e serviço aos irmãos, que nada mais é do que a grande lição pascal.
O lava-pés é, pois, um símbolo, um exemplo. " Dei-lhes o exemplo para que, como eu fiz, assim façam também vocês.

CÍRIO PASCAL

Círio é uma vela grande e grossa, que se acende todos os anos pela primeira vez, no Sábado da Vigília pascal.
O círio pascal representa a luz de Cristo, pois que o próprio Jesus disse: " Eu sou a luz do mundo! " No círio há duas letras gregas – o alfa e o ômega - , respectivamente a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio e o ômega, o fim, uma vez que Jesus falou: " Eu sou o princípio e o fim. "
Na grande vela há ainda a indicação dos quatro algarismos do ano que está em curso, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.

A CRUZ

A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Antes símbolo de condenação, depois tornou-se símbolo de salvação.
A cruz, na Páscoa, relembra que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.
A cruz não foi um tipo de condenação especial para Jesus. Naquele tempo, a morte na cruz era um castigo comum entre os romanos, que dominavam também a Palestina. Jesus foi crucificado entre os dois ladrões, com a diferença que estes foram amarrados às suas cruzes e Jesus foi pregado.
Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.
Jesus, ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, ele morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo.
Costumamos fazer o sinal da cruz, porque acreditamos que é o sinal que nos salva.

O CORDEIRO

Simboliza Cristo, sacrificado em favor do seu rebanho.

A CRUZ

Mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.

O PÃO E O VINHO

Simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.

OVO DE PÁSCOA

Os ovos de Páscoa são famosos no mundo inteiro. Os mais comuns são os ovos de chocolate, recheados com balas, confeitos e bombons.
Mas qual seria o significado do ovo de Páscoa?

O ovo também simboliza o nascimento, a vida que retorna. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antigüidade. Eram verdadeiras obras de arte!

O ovo é um símbolo de vida nova, de vida que está para nascer; é um símbolo de começo. Daí sua associação à Páscoa: a Ressurreição de Jesus também indica o princípio de uma nova vida, a redenção da própria humanidade e a promessa de um futuro cheio de alegria e felicidade para os que tem fé e esperança.
Dentro do ovo gera uma vida, a vida é o Dom mais precioso de Deus. Ressuscitando para uma vida nova, Jesus revela a preciosidade que é a vida.

Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com as cores primaveris e os davam a seus amigos. Os persas acreditavam que a Terra saíra de um ovo gigante.

Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa. Em alguns países europeus, os ovos são coloridos para representar a alegria da ressurreição. Na Grã-Bretanha, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos dados aos amigos. Na Alemanha, os ovos eram dados às crianças junto de outros presentes na Páscoa. Na Armênia decoravam ovos ocos com retratos de Cristo, da Virgem Maria e de outras imagens religiosas.

No século XIX, ovos de confeito decorados com uma janela em uma ponta e pequenas cenas dentro eram presentes populares.

Mas os ovos ainda não eram comestíveis. Pelo menos como a gente conhece hoje, com todo aquele chocolate. Atualmente, as crianças encontram ovos de chocolate ou "ninhos" cheios de doces nas mesas na manhã de Páscoa.

No Brasil, as crianças montam seus próprios "cestinhos de Páscoa", enchem-no de palha ou papel, esperando o coelhinho deixar os ovinhos durante a madrugada.

Nos Estados Unidos e outros países as crianças saem na manhã de Páscoa pela casa ou pelo quintal em busca dos ovinhos escondidos. Em alguns lugares os ovos são escondidos em lugares públicos e as crianças da comunidade são convidadas a encontrá-los, celebrando uma festa comunitária.






COELHINHO DA PÁSCOA

Tradicional e popularmente costuma-se dizer que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Por isso, todos os anos, as crianças vão dormir na véspera do Domingo de Páscoa pensando nos lugares em que poderão procurar seus ovos.
Coelho é um dos primeiros animais que saem das tocas ao chegar a primavera, após um longo inverno de recolhimento.
Ora, no hemisfério norte, a Páscoa ocorre nos primeiros dias da primavera ( para nós que habitamos no hemisfério sul, a Páscoa é no outono ) e os coelhos logo se põem a correr pelos campos verdes, repletos de flores, dando, portanto, a idéia de renovação da vida, que parecia estar morta durante o inverno.
O que mais interessa religiosamente, é que os coelhos são animais que reproduzem com extrema facilidade e em grande quantidade. Vem daí a identificação com uma vida abundante, um processo de restauração, um ciclo que se renova todos os anos.
E é isto exatamente que se relembra na Páscoa: a Ressurreição de Jesus, que traz consigo um novo tempo de paz e de esperança a toda a humanidade.

COMO SURGIU A TRADIÇÃO DO COELHO?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!









COMO SURGIU O CHOCOLATE

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico deste alimento delicioso chamado chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

Mas depois de falar tanto em ovinhos deu vontade de comer um.

Mas só se for de chocolate!







Feliz Páscoa!!







Argentina tem uma história incrível, uma história que foi forjada ao longo de centenas de anos!


Os primeiros moradores do que hoje é a Argentina, tal e qual como sao retratados no Museu de Santa Cruz, remontam-se a 11 mil anos A.C, pelo que desde entao muitas sao as coisas que mudaram neste país sul-americano, A Argentina, como a conhecemos hoje em dia.

A Patagónia, La Pampa, el Chaco, foram os primeiros sítios povoados e na Serra de Córdoba habitavam aldeias de agricultores. Tastil, actualmente a Norte, com 3 mil habitantes, era a cidade mais povoada da era pré-colombiana.

No século XV boa parte da Argentina passou a fazer parte do império Inca, chegando depois a era colombiana, e a fundaçao da cidade de Buenos Aires, em 1536. Depois vieram Santiago del Estero e Córdoba. As três cidades mais antigas do país.

No século XVIII produziu-se o primeiro levantamento ou revolta indigena, a partir de Cuzco, no Perú, sob o comando de Tupac Amaru II, levantamento este que se espalhou ao resto do continente, até que, no século XIX, a independência da América do Sul chegou.

Buenos Aires, durante o Século XIX, foi ocupada pelos britânicos, contudo em 46 dias os franceses expulsaram-nos de lá, sendo posteriormente os criollos (pessoas nascidas nas colónias espanholas) que ficaram com a cidade. Desta época há que destacar que em 1810 teve lugar a revoluçao de Maio, que expulsou os espanhóis, os últimos colonizadores desta regiao.

Pouco a pouco a Argentina foi recuperando o seu território das maos dos espanhóis, de portugueses, de brasileiros, até que em 1852 a Argentina estava totalmente formada.
Depois veio a Guerra com o Paraguai, a conquista do Deserto, e a época dourada de fins do século XIX e princípios do Século XX, com um crescimento incrível da economia do país, uma estabilidade que se começou a romper no início do século XX, quando em 1930 um golpe de estado dá o poder aos militares. Depois chegou a época de Eva Perón, da democracia, até que em 1962 outro golpe de estado parou bruscamente a evoluçao da Argentina. Na década de 80 a democracia voltou e instaurou-se definitivamente até aos dias de hoje.






COMIDA


O povo argentino gosta de comer fora, e ter o poder de eleger sítios diferentes para comer, todo o tipo de comida, sendo que na Argentina podemos encontrar diferentes tipos de restaurantes, sendo a qualidade da comida boa, e a variedade ainda melhor e maior.

A eleiçao do lugar para comer pode ser muito simples pois nas cidades da Argentina encontrará muitos restaurantes que oferecem uma ampla e variada selecçao de pratos e restaurantes para provar. No Sul, no Norte, poderá comer em qualquer lugar. A gozinha gaúcha, ou argentina, é muito destacada e conhecida, mas nao nos deveremos esquercer que também há outras boas possiblidades como a cozinha italiana, a espanhola, a alema, a francesa, chinesa, hebraica, árabe, assim como as cozinhas com influencias indias e indigenas que se deixam notar na zona.

Nesta regiao come-se geralmente entre o meio dia e o meio dia e meia hora, e o jantar é por volta das 21h. Também encontra que comer nos cafés e algumas lojas.

Um dos melhores pratos que pode provar na Argentina é a carne que é espectacular. Os pequenos almoços à base de café e croissants também sao muito bons.





BEBIDA

O Mate ou o Quilmes são as duas bebidas mais importantes da Argentina, embora não podemos esquecer o vinho, tanto tinto como o normal.

Os argentinos gostam de beber vinho tinto, vinho branco e cerveja, vinho na Argentina é muito internacional e conhecido pela sua qualidade, é cultivado na região de Cuyo, no noroeste do país. A cerveja mais conhecida da Argentina é a Quilmes muito popular nesta terra. E a água mineral também acompanhadas por sumos, refrigerantes, limonadas, café ...

A bebida mais importante da Argentina é o Mate, mate é uma bebida de ervas cultivadas no Nordeste e tem raízes profundas e tradicionalidade. É uma tradição de origem indígena. O mate precisa de uma laboriosa preparação pelo que não é servido em bares e restaurantes normalmente.





Em baixo oferecemos-lhe algumas informaçoes de interesse sobre a Argentina. Curiosidades.
A Universidade mais antiga da América do Sul é a Universidade Nacional de Córdoba, fundada em 1613.

A cerveja nacional da Argentina recebeu o seu nome de uma tribo indígena do Nordeste do país.

Entre 1995 e 2000 os glaciares da Patagónia derreteram-se o dobro que nios 20 anos anteriores.

Buch Cassidy e Sundance Kid eram dois rangers que se converteram foras de lei em 1901.

Lászlo József Bíró, de origem húngara, inventou em 1938 o Biro (caneta esferográfica). No seu aniversário, a 29 de Setembro, é um feriado e comemora-se o dia das invençoes.

Os Argentinos nunca reconheceram Madonna como Evita Perón no filme de 1996, sendo por isso que fizeram a sua própria verao do filme com uma actriz argentina, Esther Goris.

Nas grandes cidades da Argentina, os supemercados abrem 7 dias por semana.

O maior dinossauro jamais descuberto é o Argentinosaurus huinculensis, encontrado em neuquén, com uma comprimento de 40 metros e uma altura de 18.

O maior goleador de todos os tempos da Argentina foi Gabriel Omar Batistuta, à frente de nomes tao ilustres distintos e importantes como o de Kempes, Diego Armando Maradona ou Hernán Crespo.

O Teatro de Colón foi pré-fabricado em França e foi transportado por partes para Buenos Aires, de barco. A peças foram depois montadas em 1908.











Em Agosto de 2009, todos os holofotes do mundo estavam voltados para a China, por causa dos Jogos Olímpicos de Pequim. Mas o que não podemos imaginar são as curiosidades à respeito do país mais populoso do mundo.








segue algumas curiosidades que muitos não sabem!!!!

1.
A cada feriado do Ano-novo chinês, mais de 300 milhões de pessoas viajam pela China, para visitar parente, sendo o maior movimento migratório do planeta. Como não conseguem ir ao banheiro nos trens superlotados, muitos viajantes usam fraldas para adultos.

2.
A polícia não tem armas. Aliás, ninguém carrega armas, e o crime praticamente não existe entre os civis. Também pudera, aquela clássica história do criminoso ser executado e a bala ser cobrada da família assusta qualquer um. A China é o país que mais executa prisioneiros no mundo.

3.
Após décadas do mais puro regime comunista, os chineses ignoram o que é privacidade. Bisbilhotar e tomar conta da vida alheia é quase obrigação, sendo muito comum xeretar conversa alheia ou olhar o cartão de ponto do colega para denunciar atrasos.

4.
Os símbolos chineses são tão ornados e complicados de desenhar, que se você resolve sentar num banco e escrever algo num papel comum, vai atrair uma multidão de curiosos apontando para você. Vai entender ?

5.
São calmos até demais. Não se ouvem buzinas nos engarrafamentos. Não se vê chinês com cara de estressado.

6.
O que nós chamamos de boa educação e higiene não se aplica na China. Os banheiros são apertados, fedidos e com apenas um buraco no chão. As pessoas urinam no meio da rua. Soltar puns em público é com eles mesmos.

O que chama mais atenção é o hábito de cuspir : Chineses cospem em qualquer lugar, e se você der mole, pode levar uma cusparada acidental, pois a medicina tradicional chinesa acredita que seja danoso engolir a saliva. E fuma-se até em aviões na China.

7.
Os chineses recusam gorjetas. Um viajante relatou que ao oferecer uma gorjeta a uma garçonete, ela empurrou a mão dele e saiu correndo, corada de vergonha. Quando você deixa a gorjeta na mesa, o funcionário corre atrás de você para devolver o dinheiro.

8.
Essa é muito esquisita. Funcionários chineses riem da sua cara quando você reclama de algo. Parece que estão de sacanagem, ninguém consegue entender, mas deve ser algo cultural. Eu, hein?

9.
Os bebês chineses andam com a bunda de fora. Sim, as roupas têm buracos no bumbum do bebê. E em último caso, vai na rua mesmo. As fábricas de fraldas devem adorar isso.



10.
Das 20 cidades mais poluídas do mundo, 16 são chinesas.

11.
O território chinês abrange 4 fusos horários, mas o governo não quer nem saber, e todo o país adota a hora de Pequim. O que faz o sol nascer às 4 da manhã no leste do país, e no oeste, às 9 da manhã.

12.
Os chineses são muito supersticiosos. Os andares 4, 14 e 24 de muitos prédios não existem, porque o ideograma do 4 é parecido com o da morte. Celulares terminados em 4 ou com muitos 4 são bem mais baratos, e muito utilizados por estrangeiros.

Já o número 8 tem o ideograma que lembra o da prosperidade. Não é à toa que os jogos Olímpicos começarão no dia 8 de agosto de 2008, às 8:08 da noite.

13.
Os lamas tibetanos estão desde o ano passado, proibidos de ressuscitar sem autorização do governo

14.
Segundo tradição do interior do país, homens que morrem solteiros têm a linhagem comprometida na próxima vida.

Para evitar isto, os familiares tentam arrumar o chamado minghun, ou casamento após a morte, enterrando uma noiva-fantasma ao lado do solteirão. Quanto mais nova a moça, melhor, e o preço pode chegar a US$ 2000,00.

15.
Fruto da política do filho único e da preferência das famílias por homens, existem 18 milhões de homens a mais que mulheres na China. Saber o sexo da criança antes do nascimento é proibido, porque se for mulher, o casal pode decidir abortar.

Apesar disto, o aborto é legal na China, mesmo no final da gravidez. Por conta disto, a China é o país mais avançado em pesquisas com células-tronco, além que quase nenhuma chinesa tomar anticoncepcional.

16.
A inovação mais recente que o governo quer implantar na legislação trabalhista são férias anuais de 15 dias. O salário de um operário é mais ou menos R$ 80,00/mês.

17.
A gastronomia chinesa é, digamos, exótica. O banquete do ano-novo chinês entre os mais ricos inclui iguarias como ovos podres cozidos e sopa de ninho de andorinha. Nas províncias do sul, come-se de tudo : gafanhotos, escorpiões, ratos selvagens, gatos, cachorros, estrelas-do-mar, cobras e até casulos de bicho-da-seda.

Há um restaurante em Pequim cuja especialidade é pênis. Isso mesmo, lá se tem pratos com o membro de 9 animais : Touro, jumento, cão, cobra, cervo, carneiro, búfalo, foca e cavalo, e como o povo acredita que o prato é afrodisíaco, não faltam clientes.

Ah, e se estiver numa mesa com chineses, jamais deixe os palitinhos fincados no arroz, pois isso representa desejar a morte das pessoas ali presentes. E também procure deixar comida no prato, pois um prato vazio para os chineses não significa que você gostou da comida, mas que o anfitrião foi ineficiente ao te servir.

18.
As transmissões de redes internacionais de TV apresentam 9 segundos de atraso. É o tempo suficiente para que o censor tire a rede do ar caso constate que a notícia é ofensiva aos interesses chineses.

19.
77% dos chineses não sabe que a Aids pode ser evitada com o uso da camisinha.

20.
Ver filme erótico pode dar cadeia (se você for pego, claro). Gays também são perseguidos por lá. Anúncios, passeatas ou personagens gays na TV são proibidos.


A HISTÓRIA DO WHISKY

Posted by Abib On 12:36 0 comentários










A palavra whisky vem de uisge, que é uma forma abreviada de uisge beatha, gaélico para água da vida.

Antes do século XIIIV os escritores o definiam como usquebaugh ou aqua vitae.

A produção de uísque na Escócia provém de várias tradições que foram introduzidas por São Patrício da Irlanda no século IV ac., e a destilação era feita por indígenas nas terras altas, segundo o relato que a história traz, mesmo que sejam eles muitos vagos.

Foram achados documentos sobre a destilação na Escócia que remontam ao século XV, nos Royal Exchequer Rolls (Registro do Tesouro Público) que datam de 1.494 e descrevem a venda de 500 Kg de malte para um Frade de nome John Corr para produzir a aqua vitae.

Ou seja que nos seus começos, sua produção estava ligada aos monastérios, que usavam o licor produzido com ervas e especiarias, para fins medicinais, por isso era conhecido pelo nome de aqua vitae. Em 1505 o Guild of Surgeon Barbers (Clube de Barbeiros e Cirurgiões) obteve o direito exclusivo da destilação em Edimburgo.

Pela Escócia estar cheia de lagos, enseadas, altas montanhas e sofrer chuva freqüente, o uso moderado de bebidas alcoólicas tem sido considerado refrescante e até certo ponto necessário.

Havia poucas destilarias profissionais nos séculos XVII e XVIII, e até 1.820 a destilação era uma atividade quase doméstica. Fabricavam a sua própria bebida na maioria das granjas rurais de terras altas em seu alambiques privados uisage beatha.

Era muito importante para a economia rural, já que desta maneira a cevada que sobrava após a destilação, era dada para o gado como alimento de muita importância. O uísque não era utilizado só para o consumo caseiro, também como uma moeda líquida de grande valor.

Era muito importante para uma sociedade de pessoas pobres das terras altas, onde o clima inclemente de um país do norte, era muito impiedoso.

A produção de uísque de malte era uma extensão do ano agrícola. A época começava em agosto ou setembro, quando haviam terminado a colheita de cevada e continuava durante o inverno até final de abril. Muitos trabalhadores das destilarias se dedicavam a cortar a turfa para a estação seguinte, mas parava a produção durante o verão, chamada a época silenciosa.

O whisky é feito só com os ingredientes escoceses mais elementares: - água e cevada (normalmente malteada com turfa). O amadurecimento depende muito do clima marítimo e norte. Inclusive o whisky é o sangue da Escócia, histórica, social e economicamente. O whisky e a liberdade andam juntos escreveu Robert Burns, o poeta nacional da Escócia.

É a bebida da chegada e da despedida, e muito mais entre os dois. Se celebram os nascimentos, os hóspedes da casa, com uma dose.

Na época quando era muito difícil viajar grandes distâncias, sempre se tinha uma jarra de uísque à mão para qualquer comerciante ambulante.

Contratos de negócios eram selados com uísque. Todos os tipos de enfermidades eram tratados com uma dose, desde a mudança de dentes das crianças, até gripes e resfriados (e a famosa doença que mata... a dor de cotovelo).

Se oferecia para os hóspedes um deoch an doruis (uma para o caminho) quando partiam. Os velórios eram celebrados com grandes quantidades de uísque. (era muito comum depois de alguns doses, se esquecerem de quem era o morto.)

Mas o que impressiona e assombra são os dados que o whisky representa para o Reino Unido, onde deixa claro que é vital este produto para a economia Inglesa:

É uma das exportações mais importantes, ganha mais de £2.3 bilhões superando a maior parte da indústria de comida e bebida no Reino Unido, que contribui com £1.9 bilhões para a balança comercial.

E hoje depois de ver estes dados que podemos entender o porque do Striding Man, com seu singular chapéu de aba e bastão, figura de marca criada há quase 90 anos por um singular caricaturista da época, John Browne, a pedido de Alexander Walker, neto de John Walker, fundador da companhia, que desejava uma imagem que evocasse a memória de seu avô transmitindo por sua vez uma sensação de progresso e e força de espírito.

Foi há mais de 170 anos John Walker se propôs o objetivo de misturar o uísque escocês perfeito, um whisky cujo sabor e intensidade não tiveram igual. Apresentado em 1909 por Sir Alexandre Walker baseando-se no êxito do Old Highland Whisky de seu avô, Johnnie Walker Red Label foi a primeira marca realmente global de whisky escocês, vendido em mais de 120 mercados mundiais ao finalizar a 1ª Guerra Mundial.

Johnnie Walker Red Label, é o uísque escocês mais popular e consumido no mundo e hoje está disponível em mais de 200 países e vende mais de 10 milhões da caixas de 9 litros, ao ano. E mesmo tendo irmãos de 12 e 18 anos sublimes, não tem deixado de ganhar prêmios que reconhecem a sua excelência, como medalha de Ouro e Grande Ouro na seleção de Le Monde, categoria de Whiskies Blends no Concurso Internacional de Vinhos e Espirituosos.

A marca Johnnie Walker é propriedade de Diageo, formada como resultado da fusão de GrandMet e Guinness. Diageo conta com uma força de trabalho de 85.000 funcionários em todo o mundo. Além de Johnnie Walker, a a Diageo tem as marcas Smirnoff, J & B, Gordon´s, Pillsbury e Burger King.

Mas indo de encontro à história, podemos dizer que John Walker começou o seu negócio em 1820. Seu neto, Alexander Walker, herdou as habilidades de seu avô para o Blending (mistura), assim como suas preferências de gosto. Estabeleceu o seu negócio em Kilmarnock no oeste da Escócia, os whisky de malte e de grão eram engarrafados separados e quase não existia mercado fora da Escócia.

Durante o resto do século o whisky escocês ganhou fama internacional. A base desta revolução era a arte da mistura (blending) em que John Walker era um dos pioneiros. Os Whiskys de malte, são iguais ao vinho, podem variar de um ano para outro, e a meta para John era conseguir um sabor constante na mistura e uma qualidade uniforme, ano após ano.

No entanto quando os seus experimentos chegaram ao fim, descobriu que através do blending, podia conseguir uma profundidade incansável no sabor dos maltes o que tornava a "aqua vitae", única no mundo em seu sabor.

Os whiskies favoritos de John eram os da ilha de Islay. Estes eram poderosos em caráter e sabor. A intensidade e riqueza do whisky blend resultante das misturas, refletia a sua preferência pessoal. Seu neto Alexander continuou a tradição para produzir blending poderosos, sua filosofia era, segundo as suas próprias palavras:

fazer nosso uísque de uma qualidade tão superior que ninguém no mercado chegará a nos fazer frente.

Dizem os amantes e cultuadores da bebida, que os whisky blend, assim como as pessoas, tem caracteres individuais. Alguns são suaves e brilhantes por si só, mas podem ter falta de caráter, e tem outros que tem força, mas que não chegam a alcançar o grande público. Um whisky blend com caráter, é como uma pessoa, deve ser interessante para despertar o interesse por conhece-lo. Se tudo está dito no começo, não ficará nada mais para dizer!

Cebada: - Era chamada de bere no passado. Hoje só se cultiva bere nas ilhas de Orkney. Para a fabricação de whisky se preferem as cevadas modernas, que contém mais amido e tem baixo teor de proteínas.

MALTEADO: - Para transformar o amido em açucares, a cevada se coloca em água e mais tarde se deixa germinar.

PRENSADO: - Quando está pronto se mói e a farinha resultante se lhe dá o nome de grist.

FERMENTAÇÃO: - Após colocar o malte moído (grist), em una caldeira circular de molho, o mash tun se mistura com água quente, para provocar as enzimas do malte a transformar o amido em açúcar, por reação química. O líquido resultante é conhecido como wort. Ele se bombeia em tonéis grandes onde se agrega levedo. Uma fermentação forte, transforma o açúcar em álcool e o liquido que resulta se conhece como wash o wort fermentado.

Destilado: - O wash o wort fermentado é fervido no primeiro alambique e condensado em uma forma chamada low wines, que se destila por segunda vez em outro alambique e de ali, se recolhe um vapor de álcool que com o tempo chegará a ser whisky.

maturação: - O álcool que se tira finalmente do alambique é de uma cor clara que nem vodka. Não pode por força de lei Inglesa, se chamado whisky, ate que não tenha madurado em barris de roble por três anos no mínimo. Neste tempo de maturação, o whisky experimenta um período lento de refinamento, onde descansa e alcança sua qualidade conhecida em cada marca.

riqueza etílica: - O whisky sai do alambique com graduação alcoólica entre 60 e 70% e antes de ser levado aos barris, deve ser emparelhado exatamente aos 65% em todo o lote. Nessa maturação que a maioria dos single malts ou whisky de malta puros, se reduzem outra vez antes de ser engarrafados ate 40% de álcool.

Os whiskies Blends: - O Master Blender (mestre de misturas), seleciona entre 15 y 50 whiskies de malta diferentes e 3 o 4 whiskies de grão. Cada whisky tem seus anos de envelhecimento próprio, sendo que tem alguns que chegam a 25, por isso é muito importante o master Blender levar em conta isso já que seu sabor pode surpreender o sabor dos demais.

Para um blend especial e de bom acabamento, os whiskies devem ser misturados primeiro entre se (malte com malte) e depois (grão com grão), para depois serem misturados todos num blend específico. Após o blend, a bebida deve repousar uns meses para que se produza o casamento entre elas. A consistência do sabor é crucial para o êxito dos whiskies blends. Se sua marca favorita tem um sabor diferente, seguramente a próxima vez, você troque de marca de bebida...

The Blenders Boom: - Ato de Espirituosos de 1860 do governo Britânico permitiu aos Blenders, poderem registrar uma marcam de seus blendings e com isso acresceu e muito a produção do whisky.

Os victorianos: - Na época victoriana entre o ano de 1.870 e o final do século, um punhado de Escoses promoveram seus whiskies em Londres e depois no resto do mundo. Muitos deles ficaram ricos e por resultado foram elevados a nobreza inglesa, pela rainha Victória:

James Buchanan (O blend Buchanan E Black & White') CHEGOU a ser Lord Woolavington.

Tommy Dewar ('Dewar's White Label') O TRANFORMARAM NO Barão Dewar de Homestall e seu irmão John, NO Lord Forteviot.

Peter Mackie (White Horse) LHE CONCEDERAM O TÍTULO DE BARÃO.

Alexander Walker (Johnnie Walker) LHE CONCEDERAM O título de Sir.

O Vastetrix - A desgraça de uns, o beneficio para outros. O Vastetrix, era um inseto, que devastou as videiras da França entre 1.860 y 1.880 e significou o desaparecimento do champagne, conhac e brandy (LEIA A HISTÓRIA NO PORTAL SDR).

Foi assim diante da falta total por quase 20 anos dessas três bebidas, o whisky expandiu sem precisar enfrentar resistência ou brigar com ninguém.






10. Cegos também sonham
Pessoas que se tornaram cegas após o nascimento podem ter sonhos com imagem. Pessoas que nasceram cegas não vêem quaisquer imagens, mas também têm sonhos vívidos envolvendo seus outros sentidos como sons, cheiro, toques e emoções. É difícil para uma pessoa que vê imaginar, mas a necessidade de sono é tão forte que o corpo é capaz de lidar com praticamente todas as situações físicas para que isso aconteça.

9. Você esquece de 90% dos seus sonhos
Depois de 5 minutos acordado, você esquece metade dos seus sonhos. O famoso poeta, Samuel Taylor Coleridge, acordou de uma manhã, depois de ter tido um sonho fantástico – pegou uma caneta e papel e começou a escrever a “visão de um sonho”, no qual tornou-se um dos mais famosos poemas ingleses: Kubla Khan. Parte do poema havia sido escrito (54 linhas para ser mais exato), quando ele foi interrompido por uma pessoa. Coleridge voltou ao seu poema, mas não podia lembrar o resto do seu sonho. O poema nunca foi concluído.

8. Todo mundo sonha
Todo ser humano sonha (exceto em casos de extrema desordem psicológica), mas homens e mulheres têm diferentes sonhos e diferentes reações físicas. Homens tendem a sonhar mais sobre outros homens, enquanto as mulheres tendem a sonhar igualmente sobre os homens e as mulheres. Além disso, tanto os homens como as mulheres relacionaram reações físicas aos seus sonhos mesmo que ele não seja sexual; os homens costumam ter ereções e as mulheres aumentam o fluxo de sangue vaginal.

7. Sonhar previne psicose
Em um recente estudo, os alunos que foram acordados no início de cada sonho, mas ainda conseguiram dormir por mais 8 horas, enfrentaram dificuldade de concentração, irritabilidade, alucinações e sinais de psicose depois de apenas 3 dias. Quando finalmente foi permitido seu sono, recuperando o tempo perdido, aumentaram consideravelmente o percentual gasto na primeira fase.

6. Nós só sonhamos com o que conhecemos
Nossos sonhos estão frequentemente cheios de rostos estranhos – você sabia que sua mente não está inventando esses rostos? - eles são rostos de pessoas reais, que você viu durante sua vida, mas pode não saber ou se lembrar. O assassino do seu último sonho pode ser o cara que abasteceu o carro de seu pai quando você ainda era criança.

Todos nós já vimos centenas de milhares de rostos durante nossas vidas, por isso, temos uma infinidade de personagens para o nosso cérebro utilizar durante nossos sonhos.

5. Nem todos os sonhos são coloridos
12% da população sonha exclusivamente em preto e branco. O restante da população sonha com todas as cores. As pessoas também tendem a ter temas comuns em sonhos, como: escola, correndo devagar / no lugar, experiências sexuais, caindo, chegando tarde demais, uma pessoa que está viva – aparecendo morta, dente caindo, voando, em um acidente de carro, etc.

Ainda não é conhecido se o impacto de um sonho relacionado à violência ou a morte é mais emocionalmente para uma pessoa que sonha em cores do que aquela que sonha em preto e branco.

4. Os sonhos não são exatamente sobre o que eles são
Os sonhos falam em uma língua profundamente simbólica. A mente, inconsciente, tenta comparar o seu sonho a algo mais, que é semelhante. Portanto, qualquer que seja o seu sonho, é provável que seja somente um símbolo.

3. Pessoas que deixam algum hábito tem sonhos mais vívidos
As pessoas que fumaram por um longo tempo, e pararam, relataram ter sonhos mais vívidos do que o normal. Além disso, de acordo com o “Jornal de Anomalias Psicológicas”, em um grupo de 293 fumantes em abstinência entre 1 e 4 semanas, 33% relataram ter pelo menos 1 sonho que estava fumando. Na maioria dos sonhos, os indivíduos eram capturados pelos próprios fumantes e sentiram fortes emoções negativas, como pânico e culpa.

2. Estímulos externos invadem nossos sonhos
Chamado “incorporação no sonho”, é a experiência que a maioria de nós temos onde um som do mundo real é ouvido e incorporado no sonho, de alguma forma.

1. Você está paralisado enquanto dorme
A chamada paralisia do sono acontece durante o sono, como forma de evitar que o corpo se mova durante os sonhos. É um fenômeno natural que ocorre todas as noites, embora seja raramente notado pela própria pessoa enquanto se dorme. Momentos antes da mente despertar, a paralisia cessa. Por isso, raramente se tem consciência da sua existência. Se, porventura, a mente despertar antes do mecanismo de paralisação ser desativado, ocorre a consciência da paralisia do sono.

Esta consciência pode ser muito perturbadora, pois o indivíduo dá por si mesmo completamente paralisado, incapaz de mover os membros. A mente ainda está a atravessar um período de transição entre o estado de sono e o estado de vigilia (ou vice-versa) e nessa altura podem surgir alucinações hipnagógicas: presença de uma pessoa, ouvir vozes ou sons, sensação de flutuação ou de se sair do próprio corpo, imagens de pessoas, visualização de objetos, sensação de ver em redor mesmo tendo os olhos fechados, etc. Tanto as alucinações como a própria paralisia são inofensivas, existindo quem aproveite esta fase para induzir sonhos lúcidos ou alucinações agradáveis, e acontecem ocasionalmente, como resultado de uma má alimentação, maus hábitos de sono, estresse, etc. Por vezes, podem indicar a existência de um outro problema maior, como, por exemplo, a narcolepsia.

Estima-se que até 60% da população mundial já tenha passado por essa experiência pelo menos uma vez na vida. Em algumas culturas, isso significava pré-disposição ao xamanismo e contato com o mundo dos espíritos.




O que fazem os músculos?
Os músculos permitem fazer movimentos. Os músculos movem-nos. Sem músculos seriamos incapazes de abrir a boca, falar, andar, falar, ou até mesmo digerir a comida. Não conseguiriamos mover nada dentro ou fora do nosso corpo. De fato, sem músculos, não conseguiriamos viver muito mais do que alguns minutos.

Quantos músculos temos?
Em média, 40% do peso do corpo está nos músculos. O corpo humano tem mais de 630 músculos. Os músculos não puxam, eles empurram. Pode se perguntar, se os músculos não puxam, como é que eu consigo mover os dedos para trás e para a frente? A resposta? Os músculos funcionam aos pares. Deste modo há sempre um músculo que faz um movimento inverso ao outro.
Como é que os músculos se movem?
As células que constituem os músculos fazem movimentos de contração e relaxação. Pequenas fibras microscópicas nestas células contraem-se deslizando umas ao lado das outras, tal como quando abrimos e fechamos uma porta de correr. As células dos músculos usam a energia química proveniente dos alimentos para poderem fazer estes movimentos. Sem alimentos, e alguns tipos de nutrientes, os músculos não seriam capazes de obter a energia para se moverem.

Alguns músculos são chamados “voluntários”, ou seja, apenas funcionam quando lhes dizemos para funcionarem. Alguns exemplos de movimentos voluntários são: falar, chutar uma bola, bater palmas, etc. Outros movimentos, tais como os batimentos do coração, os movimentos do diafragma que nos permitem respirar, ou o piscar de olhos, são automáticos. São chamados movimentos involuntários. E como é que estes músculos se movem? Eles movem-se através de sinais provenientes de alguns nervos e, em alguns casos, do cérebro.

Qual o músculo que mais trabalha?
Os músculos dos olhos são os que mais trabalham. Estima-se que eles se movam mais de 100.000 vezes por dia.






A cena: Paris, a “Cidade-Luz”, capital da França, exibindo suas aspirações e frutos de uma continuada e, ainda, efervescente Revolução Industrial e Cultural. O ano: 1906, o dia: 23 de outubro, às 16h45min; inúmeras pessoas, com os seus chapéus nas mãos, vibrando, acenando ao alto, extasiadas pelo que presenciavam, enquanto Santos Dumont cruzava, em vôo, o Campo de Bagatelle, com o seu Mais-Pesado-Que-o- Ar: o 14-Bis.

Este relato descreve, de forma sucinta, o motivo de comemorarmos em 23 de outubro, o Dia do Aviador. Porém, sua importância vai além de representar apenas a data magna da Aeronáutica – aqui entendida como a Ciência da Navegação Aérea – e da Força Aérea Brasileira. Essa data é carregada de inquestionável valor histórico; porém para desfilarmos seus motivos, torna-se imprescindível falarmos do ilustre brasileiro Alberto Santos Dumont.
Toda história teve início quando, aos 24 anos de idade, o jovem engenheiro de formação e ascendência francesa, Dr. Henrique Dumont conheceu a jovem Francisca de Paula Santos e, se casaram, a 6 de setembro de 1856, na cidade de Ouro Preto-MG.

Em 1872, o Dr. Henrique Dumont foi contratado para trabalhar na construção da Ferrovia Pedro II, posteriormente conhecida como Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligaria o Rio de Janeiro a Minas Gerais, particularmente o trecho localizado na Serra da Mantiqueira.

Para não ficar longe da família, o Dr. Henrique trouxe sua esposa, os cinco filhos, instalando-se em uma casa próxima às obras, na Fazenda Cabangu, entre os Distritos de João Ayres e João Gomes; local onde nasceu, a 20 de julho de 1873, data em que o Dr. Henrique completava seus 41 anos, o sexto, dos oito filhos do casal, batizado como Alberto Santos Dumont.

Concluída as obras em 1875, a família Dumont mudou-se para a cidade de Valença-RJ e, posteriormente, em 1879, para Ribeirão Preto-SP, onde se estabeleceu na Fazenda Arindeúva, ocupando-se com plantio e beneficiamento de café, através da empresa Dumont Coffee Company.

Em 1891, Santos Dumont viajou com seus pais para Paris. Os dez últimos anos do século XX foram marcados por inúmeras evoluções tecnológicas, como o gramofone, a linotipia, a turbina a gás, o cinema e o cinerama.

O motor a gasolina, ou seja, de explosão, também conhecido como motor de combustão interna, era a sensação do momento, fazia o maior sucesso e, devido a isto, exposições da época mostravam-no em múltiplas versões e funcionando sob os mais variados princípios. Ao visitar uma dessas exposições, o então jovem Santos Dumont ficou fascinado, pois sempre se viu interessado em entender aquele mecanismo.

A família Dumont voltou para o Brasil e, juntamente, Alberto, mas não para ficar muito tempo, pois tinha em mente uma séria de idéias e concluíra que Paris seria o local ideal para colocá-las em prática.

Seu pai, que além de engenheiro era fazendeiro e abastado cafeicultor, fez todo o possível para facilitar o empreendimento do filho. Além de emancipá-lo com apenas 18 anos, deu-lhe, antecipadamente, sua herança, composta de ações e títulos de renda que lhe permitiram viver folgadamente e financiar, sem ajuda de terceiros, todas as suas experiências.

Em 1892, Santos Dumont voltou para Paris, disposto a aprender tudo sobre Mecânica e, em especial, sobre motores a explosão, objetivando colocar em prática um plano que vinha articulando desde criança.

Embora não primasse pela originalidade, o projeto era arrojado: consistia em criar um aparelho que permitisse ao homem voar, controlando o seu próprio curso.

Podemos acrescentar que, a passagem do século XIX, até, aproximadamente, os dez primeiros anos do século XX, marcou Paris com uma idéia e vontade fixa de grande parte da população: voar! Várias pessoas tentaram a proeza e tiveram um resultado final funesto, outras, com melhor sorte, apenas não obtiveram os resultados esperados. Muitos continuaram a tentar das mais diferentes maneiras.

Mas, até então, ninguém havia conseguido alçar vôo por seus próprios meios, manter-se no ar e, depois, retornar ao solo num aparelho dirigível, e era isso que Santos Dumont pretendia.

Na realidade, o projeto de Santos Dumont não era novo, pois já existiam balões.

Quando ainda menino, em Ribeirão Preto-SP, ele já ficava intrigado com os Sanhaços e Tico-Ticos que pousavam em seu quintal e depois ganhavam o ar, novamente, com a maior tranqüilidade, afinal – pensava ele – “as aves são pesadas e, se elas conseguem voar, por que não o homem?”.

EXPERIÊNCIAS INICIAIS
O primeiro balão construído por Santos Dumont não tinha motor, dependia do vento para deslocarse, mas acrescentou muito, no que tange o emprego de materiais, até então nunca utilizados. Ao vê-lo, houve muitos parisienses duvidaram do bom senso de Santos Dumont. O balão “Brasil”, como foi batizado, era diferente dos outros modelos conhecidos, tinha o formato esférico e um invólucro com diâmetro inferior a 5 metros, com capacidade para 113 m3 de gás; seu peso era de 15 kg e, a rede, que em outros balões chegava a pesar 50 kg, no “Brasil” não passava de 1.800 gramas; a barquinha, que geralmente pesava mais de 30 kg em outros balões, agora limitava-se a 6 kg, e como não bastasse toda essa economia de peso, até a âncora foi substituída por um arpão de ferro.

Mesmo com todas as previsões pessimistas, por ocasião de seu primeiro vôo, o menor aeróstato do mundo ganhou altura valentemente, provando que Santos Dumont, embora estreante, sabia muito bem o que fazia em matéria de construção aeronáutica. O sucesso do “Brasil” foi somente o primeiro passo. A dirigibilidade dos balões era o que realmente interessava a Santos Dumont; porém, para chegar a ela, teria que utilizar balões com propulsão própria.

Santos Dumont aprofundou seus estudos, concentrando-se, principalmente, em Mecânica e em motor de combustão interna, pelo qual se viu impressionado à primeira vista, tornando-o objeto constante de suas pesquisas, na busca de um motor ideal para propelir um veículo aéreo, com as seguintes características: pouco peso, muita força e o uso de combustível líquido, por ser mais fácil de ser transportado. O objetivo foi alcançado em 1897, quando construiu um motor de dois cilindros e o adaptou a um triciclo.

Depois de muitos estudos e planejamento, mandou construir um balão que foi batizado como “Santos Dumont Nº 1”, o primeiro de uma série de balões com a forma de “charutos voadores motorizados”. O número foi colocado propositadamente, para diferenciá-lo dos outros que certamente viriam, com inclusão de outras melhorias técnicas.

O novo balão foi criticado pelos especialistas da época. Segundo comentários, a seda japonesa utilizada na confecção do invólucro não era um material adequado para ser inflado com hidrogênio, um gás altamente explosivo. Além disso, instalar um motor a gasolina debaixo de um balão construído desta forma seria um verdadeiro suicídio, pois os gases quentes do escapamento fatalmente incendiariam o invólucro, fazendo explodir o hidrogênio.

Mais uma vez Santos Dumont estava certo. A 20 de setembro de 1898, depois de uma tentativa frustrada, o brasileiro pioneiro da aviação subiu aos céus e alcançou a altura de 400 metros, no comando do peculiar veículo que concebera. Ao pousar no mesmo ponto de onde partiu, deu prova definitiva que é possível impulsionar e dirigir uma embarcação aérea, mesmo contra o vento, em condições de absoluta segurança. Estava concluída mais uma etapa da conquista dos ares, a Ciência da Navegação Aérea.

Aberto o caminho, faltava explorá-lo, e Santos Dumont lançou-se com afinco à tarefa, construindo um balão após outro e realizando com eles, toda sorte de experiências, as quais lhe permitiram desvendar, gradualmente, os mistérios da navegação em veículos mais-leves-que-o-ar.

A cada novo balão que construía, Santos Dumont acrescentava aperfeiçoamentos, cuja falta se fizeram sentir no modelo anterior e, assim, os seus aparelhos iam se tornando cada vez mais funcionais e seguros.

No ano de 1900, o milionário francês Henri Deustsch de la Meurth, entusiasta e mecenas da aviação, lançou um desafio aos construtores de dirigíveis: quem conseguisse partir do Campo de Saint-Cloud, fazer a volta em torno da Torre Eiffel e retornar ao local de partida, no prazo de trinta minutos, sem tocar ano solo, faria jus a um prêmio 125.000 francos.

Pilotando o seu mais recente balão, o “Nº 6”, Santos Dumont levantou vôo do Campo de Saint- Cloud, a 19 de outubro de 1901, em disputa do prêmio que recebeu o nome de seu idealizador: Deustsch.

Antes do fim do prazo estipulado estava de volta. Dos 125.000 francos, distribuiu 50.000 entre os seus mecânicos e auxiliares. A outra parte, 75.000, foi entregue à polícia parisiense para ajudar os necessitados; ao autor da façanha coube, apenas, a satisfação de ter demonstrado, diante de uma assistência oficial, que o dirigível era um veículo perfeitamente manejável e seguro. Ainda, por ocasião deste feito, somou-se um outro prêmio, conferido a Santos Dumont pelo governo do Brasil, constituído de uma medalha de ouro assinada pelo então Presidente da República (1898-1902), Dr. Manoel Ferraz de Campos Sales (1841-1913); acompanhada do prêmio, em espécie, de 100 contos de réis, equivalente, na época, a 125.000 francos.

Depois do “Nº 6”, Santos Dumont construiu vários outros balões: o “Nº 7”. Projetado e construído exclusivamente para corridas, era uma obra-prima de elegância: delgado, esguio, alcançava a velocidade de 80 km/h; entretanto, nunca chegou a competir, pois não apareceram concorrentes com disposição e capacidade para enfrentá-lo.

O “Nº 8” não existiu, pois Santos Dumont era bastante supersticioso, e evitava este número devido ao acidente ocorrido com o dirigível “Nº 5”, no dia 8 de agosto (oitavo mês do ano); então, em decorrência disto, saltou do 7 para o “Nº 9”.

O dirigível “Nº 9”, conferiu a Santos Dumont grande popularidade, pois abandonou sua antiga regra de segurança, passando a transportar pessoas de um lado para outro de Paris. Este gesto simpático, aliado à sua acanhada compleição física (1,50 m de altura e 50 kg), tornou-o carinhosamente conhecido como “Le Petit Santos”.

Para não ter de esvaziar os seus dirigíveis após cada vôo, em 1905 projetou e mandou construir um grande hangar, em Neuilly, Paris, que foi, aliás, o primeiro do mundo, onde recolhia seus “charutos voadores”, até a experiência seguinte, economizando tempo e dinheiro a ser gasto, com hidrogênio, para inflá-lo novamente.

O sucesso alcançado pelo “Nº 9” no transporte de pessoas, levou-o a projetar e construir um dirigível especialmente destinado para este fim. Surgiu, assim, o “Nº 10”, maior que todos os anteriores e chamado pelo próprio Santos Dumont de dirigível “Omnibus”. Seu invólucro tinha capacidade vinte vezes maior que a do primeiro balão, o “Brasil”, mas a potência de seu motor não ultrapassava 25 cavalos de força.

Já convicto da superioridade do veículo mais-pesado-que-o-ar sobre o balão dirigível, assim como todos os aeronautas da época, Santos Dumont passou a estudar a constituição física dos pássaros, o formato dos seus corpos e os movimentos que as aves faziam durante o vôo.

O 14-BIS
Depois de empreender catorze projetos, alguns não tendo apresentado os resultados esperados, além de passar dezenas de horas em vôo, Santos Dumont concluiu que os aeróstatos – forma genérica que designava os balões e os dirigíveis – eram lentos demais e, que para vencer a resistência do ar e voar mais depressa, teria que criar um aparelho mais pesado que o ar.

Então, Santos Dumont assim o fez: planejou, construiu o seu “Mais-Pesado-Que-o-Ar” e iniciou uma série de testes, que incluíram verificação de eficiência, comportamento no ar e estabilidade, feito por intermédio de um cabo de aço esticado entre dois postes e, após içar seu engenho, fê-lo deslizar sobre aquele, puxado por dois burrinhos.

Cauteloso e prudente que era, Santos Dumont não quis levantar vôo, correndo riscos; entretanto, apesar de suas limitações, o balão ainda era o meio de transporte aéreo mais seguro que existia, de modo que o inventor aproveitou esta qualidade num aparelho misto, apenas para fins experimentais. Consistia no conjunto composto pelo dirigível “Nº 14”, ao qual foi atrelado o seu novo engenho, uma aeronave feita de bambu, com ligas, interseções e cantoneiras de alumínio, revestimento de seda japonesa e, com as seguintes medidas: 11,5 metros de envergadura (medida das asas, tomada de uma ponta à outra), 10 metros de comprimento e 290 kg. Este conjunto foi denominado pelos amigos e pessoas que costumavam assistir às experiências de Santos Dumont, de 14-Bis.

Mesmo tendo em mente o caráter provisório do conjunto, Santos Dumont o manteve, pois enquanto o balão “Nº 14” erguia o aeroplano, evitava acidentes e protegia de possíveis falhas durante a decolagem, aterrissagem e o mantinha no ar, permitindo que fossem realizados os testes de comportamento em vôo, sem riscos de queda.

Em julho de 1906, o aeroplano de Santos Dumont foi emancipado do balão “Nº 14”, porém seu nome permaneceu: 14-Bis; ocorrendo após isto, seus primeiros testes. Pouco depois, seu construtor o inscreveu para disputar o Prêmio Archdeacom.

Ernest Archdeacom, aficionado da aviação, estabeleceu um prêmio, no valor de 3.000 francos para o piloto que conseguisse voar 25 metros, com um aparelho mais-pesado-que-o-ar. O Aeroclube da França acrescentou mais 1.500 francos, como prêmio, para o piloto que conseguisse cobrir a distância de 100 metros em vôo.

Ficou estabelecida a manhã do dia 23 de outubro de 1906, para a realização da prova do concurso.

Apenas Santos Dumont se apresentou, juntamente com o seu 14-Bis; porém, como o aeroplano teve problemas de ordem mecânica em seu trem-de-pouso, nos momentos que antecederam a prova; esta foi adiada para a parte da tarde e, até lá, Santos Dumont empreendeu todos os seus esforços nos reparos de seu avião, não parando nem mesmo para almoçar.

Chegada a tarde e, já tendo executado os ajustes necessários, Santos Dumont e o 14-Bis, realizaram o feito. Grande multidão que se encontrava no Campo de Bagatelle, assistiu à conquista do Prêmio Archdeacom, quando o 14-Bis, depois de tomar embalo e percorrer, em vôo, 60 metros a 80 centímetros do solo.

Era a primeira vez, diante de uma comissão oficialmente constituída – a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França – que um aparelho mais-pesado-que-o-ar se elevava do solo e tornava a descer, depois de ter cumprir um percurso previamente determinado, sem recorrer a outros meios, além de sua própria força motriz.

A imprensa mundial aclamou a vitória do brasileiro e, a partir de então, Santos Dumont tornou-se tema de noticiários e comentários em toda a Europa. Logo, porém, apareceram descrentes de sua façanha, alegando ter sido, o vôo do 14-Bis, um “salto”. A estes, Alberto Santos Dumont respondeu no mês seguinte, a 12 de novembro, ao conquistar, também, o prêmio oferecido pelo Aeroclube da França e, desta vez, não deixou margem para dúvidas: dos seus 24 cavalos de seu motorzinho, o 14-Bis cruzou, novamente, no céu, a distância de 220 metros, erguendo-se à altura de 6 metros. Inaugurando assim, de forma inequívoca e definitiva, a Centenária Era da Aviação.

A HISTÓRIA DO BEIJO

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Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C., parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijar. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais para ser descrito na arte ou literatura.

Após sua primeira menção por escrito, o beijo não apareceu muito na arte ou na literatura por algumas centenas de anos. O poema épico indiano “Mahabharata” descreve o beijo nos lábios como um sinal de afeto. O “Mahabharata” foi transmitido oralmente por milhares de anos antes de ser escrito e padronizado, em torno de 350 d.C.

O texto religioso indiano “Vatsyayana Kamasutram“, ou o “Kama Sutra“, também descreve uma variedade de beijos. Ele foi escrito no século VI d.C. Os antropólogos que acreditam que o beijo é um comportamento aprendido afirmam que os gregos souberam sobre ele quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia em 326 a.C.
Não há muitos registros sobre os beijos no mundo ocidental até a época do Império Romano. Os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:

osculum era um beijo na bochecha
basium era um beijo nos lábios
savolium era um beijo profundo
Os romanos também iniciaram várias tradições relacionadas ao beijo que perduram até hoje. Na Roma antiga, os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente na frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam ao final de cerimônias de casamento. Além disso, embora a maioria das pessoas pense que somente cartas de amor são “seladas com um beijo”, os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais. Os antigos romanos também costumavam beijar como parte de suas campanhas políticas. No entanto, vários escândalos de “beijos por votos” na Inglaterra do século XVIII levaram, teoricamente, os candidatos a beijar somente jovens e idosos.

O beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com freqüência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objetivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.

Até 1528, o beijo sagrado era parte da missa católica. No século XIII, a Igreja Católica o substituiu por um cumprimento de paz. A Reforma Protestante no século XVI removeu totalmente o beijo da prática protestante. Na verdade, o beijo sagrado não exercia uma função na prática católica religiosa moderna, embora alguns cristãos beijem símbolos religiosos, como o anel do Papa, por exemplo.

Embora atualmente, poucos religiosos incorporem o beijo sagrado, o beijo ainda prevalece na cultura ocidental. Hoje em dia, as pessoas se beijam em várias situações por motivos diversos.

Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura como “Romeu e Julieta” descreveram beijos como “perigosos” ou “mortais” quando compartilhado com as pessoas erradas. Alguns estudiosos do folclore e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes de se beijar a pessoa errada.

Atualmente, a maioria das culturas em todo o mundo pratica o beijo, mas possui diferentes opiniões sobre quando e onde o beijo é apropriado. Nos anos 90, vários artigos na mídia relatavam uma tendência entre os jovens de beijar em público no Japão, um país onde o beijo tradicionalmente era visto como uma atividade privada.

O beijo de Judas

Um dos beijos mais famosos do mundo ocidental foi o beijo de Judas Iscariotes usado para trair Jesus antes da crucificação. Esse beijo teve forte influência sobre as práticas espirituais cristãs. Grupos da igreja logo omitiram o beijo sagrado, ou se abstiveram por completo de beijar na Quinta-Feira Santa. A Quinta-Feira Santa é a quinta antes da Páscoa e o dia utilizado para comemorar a Última Ceia, após a qual Judas traiu Jesus nos Jardins do Getsêmani.

RECICLAGEM DE PAPEL

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Acerca da reciclagem do papel de jornal, encontramos as seguintes notícias:

Uma tonelada de papel reciclado poupa cerca de 22 árvores, economiza 75% de energia eléctrica e polui o ar 74% menos do que se fosse produzido de novo.

Para fabricar uma tonelada de papel novo é preciso 10 a 20 árvores, 10 mil litros de água e 5 Mw.hora de energia, enquanto que para produzir uma tonelada de papel reciclado apenas é preciso uma tonelada e meia de papel velho, dois mil litros de água e 2,5 Mw.hora de energia.

De acordo com o Departamento de Conservação de Energia dos EUA, a queima de papel produz 8.000 Btu/libra enquanto a reciclagem recupera apenas 2.000 Btu/libra. Isto significa que, para que os processos se equilibrem, o papel teria que ser recuperado como polpa pelo menos 4 vezes, o que é difícil, já que a qualidade da fibra fica comprometida com a sucessão de reprocessamentos.
Cuidados a serem tomados na reciclagem do papel, de acordo com o Warmer Bulletin:

Um mito bastante conhecido é dizer-se que a reciclagem do papel salva as florestas e preserva os seus recursos naturais. Ao contrário do que se pensa, a celulose é obtida sempre de árvores que foram anteriormente plantadas, portanto a celulose é um recurso natural renovável. Assim, pode dizer-se também que o gasto de energia, no processo de reciclagem do papel, pode ser maior do que a energia consumida no processo de fabricação do papel com celulose.

Outro aspecto a considerar é que, no processo de reciclagem do papel, se consome muita água e, se não forem tomados os cuidados devidos, esta água pode chegar a converter-se num líquido altamente contaminante. Uma das maiores dificuldades no processo de reciclagem ocorre na etapa de retirar a tinta do papel. Para obter um resultado de boa qualidade existem dois métodos usados habitualmente: o primeiro consiste em juntar produtos químicos durante o fabrico da polpa usando grandes quantidades de água para enxaguar a mistura e as bolhas de ar produzidas na polpa, removendo posteriormente a tinta juntamente com as outras impurezas que flutuam na superfície. O segundo método, que produz um material de pior qualidade – mas tem a vantagem de utilizar menos água -, consiste em diluir a tinta em toda a massa da polpa.

Em qualquer dos métodos, deve ter-se presente o cuidado para com o meio ambiente. A adaptação das indústrias a estes cuidados exigirá um maior investimento.





Colesterol

O poder da alcachofra para aumentar a produção de bílis, o fluido age como um detergente no organismo e ajuda na quebra das gorduras durante a digestão, por isso é um aliado no tratamento do colesterol alto – um tipo de gordura produzida no fígado, transportado pelo sangue em excesso aumenta o risco de ataque cardíaco e até acidente vascular cerebral.O poder de cura da alcachofra na fabricação da bílis é reconhecido pelo Ministério da Saúde. A berinjela e o feijão são os alimentos declínicos relacionados do chamado mau colesterol (LDL).O poder da alcachofra para aumentar a produção de bílis, o fluido age como um detergente no organismo e ajuda na quebra das gorduras durante a digestão, por isso é um aliado no tratamento do colesterol alto – um tipo de gordura produzida no fígado, transportado pelo sangue em excesso aumenta o risco de ataque cardíaco e até acidente vascular cerebral.

O poder de cura da alcachofra na fabricação da bílis é reconhecido pelo Ministério da Saúde. A berinjela e o feijão são os alimentos declínicos relacionados do chamado mau colesterol (LDL).

Enxaqueca

Segundo o Dr. Alexandre Feldman, autor de enxaqueca, a pimenta é um aliado na luta contra esse mal. A substância química que dá o sabor ardido, tem propriedades medicinais que fazem bem a saúde.


Alecrim alivia espasmos dolorosos e ajuda a reduzir as dores de cabeça. Seu óleo essencial tem o poder digestivo – o que significa que diminui a ação das enxaquecas a origem que tem digestiva.

Entre outros aliados naturais comumente usados no combate dessa doença crônica que afeta 30 milhões de brasileiros – e muitas vezes afeta o seu desempenho – podemos destacar: a cebola, anis e guaraná.

Estresse

O maracujá, o mulungu (maracujá da família) e tomilho são considerados de apoio à luta contra o estresse. Se usado sozinho, é claro, o poder de cada diminuiu significativamente. Isto é, deve ser combinada com outras medidas – como atividade física e alimentação saudável – para ajudar na prevenção desta doença que causa insônia, ansiedade, nervosismo, perda da libido e muitos outros sintomas que ameaçam a saúde.

Fadiga mental e física
A ação restauradora da planta de guaraná a erva bênção de Deus, faz com que estes dois fiquem em um lugar de destaque entre as outras opções oferecidas pela natureza na prevenção desse mal – os principais sintomas, dor de cabeça memória fraca, dificuldade de concentração -, sonolência e fadiga, mesmo após o sono, entre outros.

Hipertensão arterial
A qualidade de purificação da sete-sangrias torna um grande aliado na luta contra a hipertensão – uma doença que pode causar lesões em diferentes órgãos do corpo, como cérebro, coração, rins e olhos.

O poder de ação diurética e calmante da pêra e a ação calmante da pitanga são também opções na luta contra esta doença terrível.

Insônia
Por serem relaxantes, a erva-cidreira (também conhecida como melissa) e a alface atuam em dois “tipos” de insônia: a situacional, que atinge pessoas que passam por dificuldades ocasionais e o distúrbio do sono provocado por doenças psicofisiológicas como depressão.

Nervosismo
A ação calmante da erva-cidreira faz dela a planta medicinal medicinal mais conhecida que existe. Quem em algum momento da vida não teve de se socorrer dela para não explodir e suportar heroicamente uma situação de risco?

Mas verdade seja dita: a erva-cidreira não está sozinha nesta luta. A maçã e a pata-de-vaca são dotadas também de um importante aspecto relaxante.

Obesidade
O alto poder diurético das folhas do abacateiro faz com que elas sejam reconhecidas como auxiliares na perda de peso.

A centella asiática, por acelerar o fluxo sangüíneo e permitir a liberação de gordura, é considerada uma forte aliada na eliminação de gorduras do corpo.

Tabagismo
Seria maravilhoso se houvesse uma planta capaz de acabar com o vício da nicotina, não é mesmo? Com isso não existe, as plantas medicinais são usadas para atenuar a ação avassaladora que o cigarro provoca nas vias respiratórias.

Vale ressaltar, no entanto, que a ação das flores de bananeira e da erva tanchagem (também conhecida como sete-nervos), muito usadas nas inflamações respiratórias, não tem o poder de restituir plenamente a saúde do pulmão maltratando por quem ainda continua fumando.

Receitas Caseiras
Acne, eczema e seborréia:
Bardana – Coloque 2 colheres (sopa) de folhas frescas fatiadas em uma xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e acrescente 1 colher (chá) de mel e 3 gotas de própolis. Deixe ficar morno e aplique no local afetado, em forma de compressas, até duas vezes ao dia.

Anemia, falta de apetite e gastrite:
Losna – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas e flores picadas em 1 colher (chá) de água fervente. Abafe por 15 minutos e coe. Tome uma xícara (chá), duas vezes ao dia, antes das principais refeições.

Ansiedade, dor de cabeça e nervosismo:
Erva Cidreira – Coloque 1 colher (sobremesa) de ramos e folhas bem picados em um xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe e espere amornar. Tome uma xícara pela manhã e outra à noite.

Colesterol:
Alcachofra – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas em um recipiente com 1 xícara (chá) de folhas picadas em um recipiente com 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia – antes das principais refeições. Atenção: a alcachofra é diurética.

Berinjela – Ferva 1 fatia da casca crua por 5 minutos em 1 xícara (chá) de água. Tire do fogo e abafe por 15 minutos. Coe e tome uma xícara duas vezes ao dia.

Cólicas menstruais:
Artemísia – Coloque uma colher (sopa) de folhas e flores bem picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Cubra, deixe esfriar e coe. Tome uma xícara ao dia, uma semana antes de início previsto da sua menstruação.

Diarréia:
Abacateiro – Ferva por 10 minutos 2 colheres (sopa) de folhas da abacateiro picadas, 2 colheres de folhas de pitangueira picadas e 2 colheres (sopa) de folhas de goiabeira picadas. Coe e espere esfriar um pouco. Tome um copo após cada evacuação.

Digestão e diarréia:
Macela – Coloque 1 colher (chá) da inflorescência em 1 xícara (chá) e despeje água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, morna, de manhã, em jejum, e outra 30 minutos antes das refeições.

Dores de estômago e barriga, e insônia:
Camomila – Adicione 1 colher (chá) de flores em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia.

Dores de estômago e intestino:
Hortelã – Adicione 1 colher 9sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) e acrescente água fercente. Abafe por 10 minutos e acrescente 1 colher (sobremesa) de suco de limão. Tome uma xícara entre as principais refeições diárias.

Enxaqueca:
Pimenta – Coloque em um pilão 2 colheres (sopa) de pimentas secas picadas e com sementes. Amasse bem e espalhe o conteúdo sobre uma gaze. Aplique na nuca, em forma de cataplasma, ao sentir os sintomas.

Alecrim – Adicione 1 colher (sobremesa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara antes ou após as refeições. Atenção: altas doses deste chá podem provocar irritações gastrointestinais. É também estimulante: podendo alterar o seu sono. Ele não deve ser tomado durante a gravidez nem durante a amamentação.

Estresse:
Tomilho – Banho estimulante: Adicione 3 colheres (sopa) de folhas e flores a 1 litro de água fervente. Desligue o fogo e coe. Acrescente a mistura à água da banheira. Faça um banho de imersão por, no mínimo, 15 minutos. Não deixe a água atingir o nível do coração (peito).

Alecrim – Banho relaxante: Adicione 3 xícaras (chá) de folhas de alecrim e 1 xícara (chá) de flores de camomila em 1 litro de água fervente. Desligue e deixe em maceração por 15 minutos. Coe e acrescente à água do banho. Tome um banho de imersão por não mais do que 15 minutos no dia.’

Fadiga mental e física:
Guaraná – Adicione 1 colher (chá) de pó em um copo de água filtrada. Acrescente 1 colher (sopa) de mel ou um pedaço de rapadura. Misture bem e tome ainda em jejum.

Bênção-de-deus – Coloque 1 colher (chá) de raízes e 1 colher (chá) de folhas, todas cortadas, em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos e coe. Tome uma xícara de uma a três vezes ao dia.

Gases, ressaca e má-digestão:
Boldo – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos. Tome uma xícara (chá) em jejum e outra 30 minutos antes das refeições diárias.

Gastrite e azia:
Erva-Doce – Adicione 1 colher (sobremesa) de fruto-semente em 1 xícara (chá) e acrescente água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, três vezes ao dia.

Gripe, resfriado, tosse e bronquite:
Erva-de-Santa-Maria – coloque em uma xícara (chá), 1 colher (sobremesa) de folhas e flores picadas e acrescente água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara, adoçado com mel, de uma a duas vezes ao dia.

Manjericão – Coloque 1 colher (sopa) de folhas e flores, bem picadas, em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Adicione 1 colher (sobremesa) de mel. Tome uma xícara (chá), de manhã e outra à noite.

Hipertensão arterial:
Sete-sangrias – Coloque 1 colher (chá) de planta fatiada e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de uma a três vezes ao dia. Atenção: seu uso não é indicado para crianças.

Pêra – Descasque uma fruta, fatie e amasse bem. Adicione 1 copo de água e misture. Tome um copo, três vezes ao dia.

Indigestão, problemas hepáticos:
Carqueja – Coloque 1 colher (sopa) de hastes picadas em uma xícara (chá) de água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara desse chá, ainda morno, três vezes ao dia – a primeira, de manhã, em jejum, e as demais cerca de meia hora antes das principais refeições.

Infecções bucais (afta e sapinho):
Poejo – Coloque 1 colher (sopa) de folhas e flores bem picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Coe e adicione 1 colher (chá) de bicarbonato. Faça bochechos três vezes ao dia.

Insônia:
Erva-cidreira – Adicione em uma xícara (chá), 1 colher (sopa) de folhas e ramos frescos ou secos, 1 colher (sobremesa) de camomila e 1 pedaço de casca de laranja ou limão. Acrescente água fervente e abafe por 10 minutos antes de coar. Tome uma xícara à noite, meia hora antes de ir para a cama dormir.

Alface – Coloque uma colher (sopa) de folhas picadas em 1 xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome uma xícara de duas a três vezes ao dia.

Nervosismo:
Erva-cidreira – Coloque 1 colher (sobremesa) de ramos frescos ou secos, picados, em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe, espere amornar e coe. Tome 1 xícara pela manhã e outra à noite.

Obesidade:
Abacateiro – Coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas do abacateiro em 1 xícara (chá) de água em fervura. Dessligue o fogo e coe. Tome uma xícara pela manhã e outra à tarde – antes das 17h. Atenção: devido à sua forte ação diurética, não são recomendadas mais do que duas xícaras diárias – este chá pode acarretar acentuada eliminação de urina e provocar queda de pressão.
Centela (Centella asiatica) – Coloque 1 colher (sopa) de folhas secas e picadas de centella em 1 xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe, espere amornar e coe. Tome uma xícara, 1 hora antes das principais refeições.

Prisão de ventre:
Cáscara-Sagrada – Coloque 1 colher (café) de pó em um copo de suco de laranja ou de mamão. Misture bem. Tome pela manhã, em jejum.

Dente-de-leão – Acrescente 1 colher (sopa) de raízes picadas em 1 xícara (chá) de água. Deixe em maceração por 1 noite. De manhã, leve o preparado ao fogo até ferver. Desligue e coe. Tome meia xícara antes do café da manhã e outra meia xícara, também meia hora após o café da manhã.

Reumatismo, contusões e dores musculares:
Calêndula – Amasse em um pilão 2 colheres (sopa) de folhas frescas até adquirir uma consistência pastosa. Espalhe em um pano ou gaze bem limpos. Aplique no local afetado e cubra com um pano. Faça essa aplicação duas vezes ao dia – ou aplique antes de dormir e deixe agir a noite toda.

Sinusite e rinite:
Gengibre – Coloque 1 colher (sopa) de rizoma fatiado em um recipiente com 1 litro de água em fervura. Desligue o fogo. Cubra a cabeça com um pano e inale o vapor que se desprende da vasilha. Repita essa operação de manhã e à noite, antes de dormir. Atenção: procure não se expor ao sereno durante o período que estiver em tratamento.

Suor excessivo:
Sálvia – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas e flores. Picadas, em 1 xícara (chá) e com água fervente. Tome 1 xícara duas vezes ao dia.

Suor e mau cheiro nos pés:
Louro – Acrescente 2 colheres (sopa) de folhas picadas em 1 litro de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos. Coe e coloque em uma bacia, com mais água morna. Banhe os pés por 15 minutos.

Tabagismo:
Banana – Coloque 6 flores da bananeira em 1 xícara (café) de água. Leve ao fogo por 5 minutos. Coe e acrescente 2 xícaras (café) de açúcar cristal. Volte ao fogo até dissolver o açúcar. Tome 1 colher (sopa) de duas a três vezes ao dia. Por não conter conservante, o consumo dessa mistura deve ser rápido.

Tanchagem (Plantago major) – Ponha 2 colheres (sopa) de folhas bem picadas em 1 xícara (chá) de água fervente. Abafe 10 minutos, espere ficar morno e coe. Faça gargarejos, de duas a três vezes ao dia.

Tosse:
Guaco – Coloque 2 colheres (sopa) de folhas frescas picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Coe e acrescente 2 xícaras (café) de açúcar cristal. Leve outra vez ao fogo brando, até que o açúcar derreta. Tome uma colher (sopa), de duas a três vezes ao dia – crianças devem tomar a metade da dose.

Úlceras, gastrite crônica:
Espinheira Santa – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas bem picadas em uma xícara (chá) e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos. Espere ficar morno e coe. Tome uma xícara antes das principais refeições do dia.

Varizes, inchaço nas pernas e pés:
Hamamélis – Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas picadas em uma xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo, abafe, deixe descansar por 10 minutos e coe. Tome uma xícara duas a três vezes ao dia.